Manual dos belos lábios

Manual dos belos lábios


O título original deste post era Manual dos lábios de mel, mas como pode ser que nem todo mundo goste de doces, resolvi usar um adjetivo mais abrangente, hahahahaha.

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Angelina, musa deste post!

 

Fato é que este problema dos lábios ressecados atinge não só quem habita as regiões mais frias do país, como também os que sobrevivem no calor escaldante da linha do equador, tipo eu. Relacionado ou não a fatores climáticos, há também as questões biológicas, que fazem com que alguns indivíduos tenham a pele mais ressecada do que outros.

Vou te ajudar a sair dessa, meegs
Vou te ajudar a sair dessa, meegs

Independente de qual seja o seu caso, o manual de hoje vai dar dicas para meninos e meninas quem atravessam este problema chato e muitas vezes doloroso :/

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  1. Beba bastante água!

Sim, é uma dica elementar, mas tem muita gente que não segue. Se você quer se hidratar, o primeiro passo é ingerir muito líquido (não me venha com refrigerante, por favor), principalmente água. A hidratação também precisa vir de dentro pra fora, e você só tem a ganhar, porque além dos lábios, pele e cabelos mais belos, seu organismo funciona melhor como um todo.

Então, para atingir sua cota de pelo menos 2 litros diários, transforme a garrafinha em sua companheira (ainda mais se você pratica atividades físicas ou mora em locais quentes, onde perde muito líquido através do suor).

Para os esquecidinhos de plantão, que alegam não sentir sede ou não lembrar de tomar água, podem baixar um aplicativo que vai te lembrar sempre que for necessário e largar de desculpa. Não espere sentir sede, até porque dependendo da temperatura ambiente, isso não vai acontecer (locais frios ou ambientes com ar condicionado) embora você precise de líquido.

Não tinha esfoliante, mamãe passou açúcar em mim...
Não tinha esfoliante, mamãe passou açúcar em mim…
  1. Esfolie os lábios regularmente

Primeiro é importante dizer que regularmente não significa diariamente. A frequência depende das suas necessidades, tem gente que prefere semanalmente, outros acham melhor a cada 15 dias. Veja qual intervalo funciona pra você, de modo que esfoliando seus lábios eles não fiquem machucados nem mais ressecados.

É importante remover as células mortas para que a hidratação externa (tipo balms) seja melhor absorvida, e os lábios fiquem lisinhos 😉

Existem receitas caseiras bem simples, como misturar açúcar e mel para massagear nos lábios, e também os esfoliantes comprados prontos. Fica a critério de quem usa. O segredo é sempre massagear com suavidade, para não machucar. Lembre-se de que a pele é sensível 🙂

Eu gosto de usar um cotonete molhado em água mineral ou água termal, e passá-lo nos lábios girando com cuidado, diversas vezes. Ele remove aquelas pelinhas chatas sem machucar, e deixa lisinho, principalmente para aplicar o batom em seguida 😉 Se você puxa aquelas pelinhas com as mãos, é quase certo que vai machucar!

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  1. Tenha uma rotina de hidratação labial

Não estou dizendo pra você andar noite e dia escravizado por um balm, ok? Mas tenha uma rotina de hidratação, mesmo quando você achar que não precisa. Digo isso porque muita gente espera a boca rachar e sangrar pra fazer alguma coisa, e se você tiver uma rotina simples, pode evitar isso facilmente.

Minha sugestão é: use um balm durante o dia e algo mais potente à noite. Tem muitos balms no mercado, desde aqueles com cor e gosto, até os que ficam imperceptíveis (viram, meninos?). Veja o que melhor se adapta às suas necessidades e aplique pelo menos uma vez ao dia (pode aumentar a frequência se você passa o dia no ar condicionado ou está em situação crítica de desidratação).

Para usar à noite, já testei muita coisa, mas nada superou o bepantol. Antes de dormir, aplico uma camada fina nos lábios e acordo com eles renovados. É uma solução barata (um tubo rende muito) mas não muito interessante pro dia, porque fica brilhoso e não curto o cheiro nem o gosto da pomada. Já existe a versão do bepantol específica para os lábios, mas não cheguei a experimentar (achei cara demais pro tamanho minúsculo #sinceridades) e a pomada me atende perfeitamente 😉

Viram como não tem nada muito difícil? Os lábios também podem ressecar em virtude de alguns medicamentos e/ou tratamentos de saúde.  Em caso de dúvidas, procure um dermatologista.

Depois que você incorpora estes hábitos à rotina, faz automaticamente e melhora tanto a aparência quanto a saúde dos lábios.

Alguém tem mais alguma dica de cuidados?  ;*

 

Manual da cutícula feliz!

Manual da cutícula feliz!


Ensaiei escrever este post várias vezes no ano passado, mas acabava nunca fazendo. Agora vai! 😀

Você, amiga, que é escrava do alicate de unhas, que não pode ver uma pelinha levantando na ponta dos dedos, que arranca nem que seja no dente… este post é pra você!

As pessoas costumam me perguntar como faço pra manter as unhas sempre em ordem, e principalmente como eu consigo a proeza de não tirar as cutículas, e mesmo assim ter as unhas bonitas. Eu explico: aprendi a conviver bem com elas!

Não que entre nós já tivesse havido alguma animosidade, pelo contrário, nunca entendi bem porque as pessoas cometem tanta violência contra as coitadas das cutículas, se elas estão lá para proteger as unhas. Fato é que acho que só tirei as minhas uma vez na vida, e lembro de ter odiado a experiência.

Sempre tive aflição de outra pessoa mexendo nas minhas unhas, então eu corro longe de manicures e faço sempre as bonitas sozinha. Estou agora numa fase de não usar esmaltes, mas nem por isso eu descuidei de deixar tudo em ordem, lixado, hidratado e bem apresentável (até porque trabalho com as mãos!). Mas você pode conferir como eram minhas cutículas mesmo com uso intenso de esmalte aqui e aqui.

Então vamos para o nosso manual, pra você chegar lá também!

1. Entenda pra quê serve uma cutícula

Você vê uma francesinha linda, né? Eu vejo dedos mutilados :/
Você vê uma francesinha linda, né? Eu vejo dedos mutilados :/

Resumindo a utilidade das cutículas em uma palavra no bom e claro português: PROTEGER.

Sim, a sua cutícula está lá para de proteger do mal. E não para ser roída, arrancada, mordida, cortada, pintada, odiada, hostilizada, e tratada com tanta ingratidão. #drama

A cutícula é a fina pele que protege a base de suas unhas da entrada de fungos, sujeira, bactérias e outros tipos de males, preservando o formato e a qualidade das suas unhas. Percebeu como ela tem toda uma razão de ser? E é uma razão muito nobre, uma questão de saúde.

Por isso mesmo, a retirada das cutículas está relacionada a uma série de problemas nas unhas, como enfraquecimento, descamação, e até infecção por fungos e bactérias, chegando a casos graves, como o contágio de hepatite :/

2. Trabalhe seu psicológico

É isso mesmo, bonitona.
É isso mesmo, bonitona.

Agora que você já sabe a função e de quebra te dei alguns motivos pra repensar seu hábito de mutilar os dedos, é hora de levar em conta um detalhe que muita gente neglicencia: o psicológico.

Conheço muita gente que desconta as frustrações, a raiva, a ansiedade, a fome e toda sorte de sentimentos na ponta dos dedos. Seja roendo as unhas, seja roendo as cutículas, seja andando com um alicate na bolsa o tempo todo pra ficar arrancando as pelinhas. Sério. Muito sério. Seríssimo.

Pode parecer besteira, ou coisa pequena. Mas se você não consegue se manter longe destes costumes auto-destrutivos, ou isso lhe causa sofrimento e incômodo, procure ajuda de um psicólogo. Tenho certeza que não são só suas cutículas que sofrem, muitas vezes aparecem uma série de outros sintomas, como queda de cabelo, problemas no estômago, e por aí vai.

Às vezes a compulsão por arrancar as cutículas é só a ponta do iceberg de um problema maior e que merece atenção :/ Pense bem com carinho e sinceridade se esse pode ser o seu caso, e não se sinta mal em procurar a ajuda 🙂

3. A chave de tudo é a hidratação

O segredo do sucesso!
O segredo do sucesso!

Tudo que suas cutículas precisam, além de compreensão e carinho, é hidratação! ♥

Quanto mais hidratadas, mais bonitas elas ficam, e mais saudáveis também 🙂

No começo, quando você parar de cortar/roer/mutilar elas ainda vão crescer mais do que você gostaria, e vai dar vontade de continuar o ciclo de corte. Mas persista no hidratante e apenas empurre de leve os excessos com uma espátula, para retirar somente a pele morta. Atenção, eu disse DE LEVE.

Com o passar do tempo, elas vão parar de crescer descontroladamente, e você só precisará manter a hidratação. Isso vale principalmente para as moças que trabalham de luvas, ou manuseiam produtos químicos que ressecam as mãos. Mantenha um creminho hidratante na bolsa pra aplicar nas mãos e unhas durante o dia. E aplique também antes de dormir.

No mercado há muitas opções, como ceras, cremes, canetas, etc. para todos os bolsos e gostos 😉

E basicamente, é isso!

A sua manicure muito provavelmente vai chiar, e dizer que a unha só fica bonita sem cutícula (já vi muitas me dizerem isso). Mas resista. Tenha em mente que é uma questão de saúde, antes de tudo.

Sei que pra quem está acostumada com os alicates é difícil mudar o hábito, mas não desista, vale à pena 😉

Se eu ainda não te convenci a parar de tirar as cutículas, veja isso.

Agora que eu tenho fé que você entrou pro time, aqui tem um ótimo passo a passo sobre como fazer a transição.

Por fim, um relato real, pra te incentivar, aqui.

Beijos, amores, e até a próxima! 😀

As diferenças entre regime e dieta

As diferenças entre regime e dieta


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Apesar de serem termos usados em um mesmo contexto, eles não são sinônimos. Para muitos, a diferença é mínima ou sequer existe. A confusão de nomes ocorre, inclusive, na área de saúde.

Ambos estão relacionados à perda de peso, saudável ou não, e às alterações no consumo alimentar, corretas ou não. O regime consiste em práticas alimentares equivocadas para perder peso. Tem duração específica (curta ou longa) e etapas a serem seguidas. São as clássicas “dietas da moda”. O termo “dieta” na verdade é usado erroneamente. O correto seria regime dos pontos, regime Dukan, regime da lua, regime paleolítico, regime detox, dentre outros. O regime caracteriza-se por orientações gerais, na grande maioria das vezes infundadas, ou que não podem ser seguidas por qualquer indivíduo, e que podem trazer prejuízos à saúde.

A dieta propriamente dita consiste em um plano alimentar elaborado por um profissional nutricionista para uma única pessoa. Nenhuma dieta é igual a outra pelo simples fato de um organismo ser diferente do outro. Patologias, hábitos alimentares, deficiências nutricionais, aspectos psicológicos e demais particularidades do paciente são considerados para prescrever uma dieta. Esta é sinônimo de plano alimentar, e também está relacionada à reeducação alimentar.

No regime, há restrições alimentares com o objetivo de emagrecer rapidamente. Em uma dieta, também há algumas restrições no consumo de alguns alimentos, porém, baseadas em sintomas clínicos, características fisiopatológicas individuais e que podem ocasionar ou agravar alguma doença. Essas restrições em uma dieta têm o objetivo de tratamento e alívio de sintomas.

O regime depende, exclusivamente de quem adere a ele, e uma dieta depende do conhecimento do profissional, da disposição do paciente e da relação nutricionista-paciente trabalhada em consultório. Em ambos a perda de peso, de fato, ocorre, mas de maneiras diferentes e com características particulares distintas. Existem inúmeras formas para perder peso, o que não quer dizer que se emagreça com qualidade.

Além do que, uma dieta específica não se destina somente para quem precisa ou deseja perder peso. Em várias doenças e fases da vida, um plano alimentar se faz necessário para tratamento ou manutenção da saúde.

Drª Ana Perdigão – Nutricionista Clínica e Saúde Mental

www.facebook.com/draanaperdigao

Dieta detox: promessas vazias

Dieta detox: promessas vazias


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Não apenas no Brasil, mas em inúmeros outros países, a dieta detox (ou dieta desintoxicante) vem ganhando adeptos, com o objetivo de perder peso e “limpar” o organismo de toxinas. A dieta, inclusive, é recomendada por alguns profissionais da saúde.

Sabe-se que a ingestão inadequada de alguns medicamentos (automedicação) e nutrientes como sal, açúcar, gorduras e álcool podem trazer prejuízos, causando distúrbios importantes ou sintomas clínicos como alterações gastrointestinais, dificuldades para dormir, flutuações de humor e dores de cabeça. O nosso corpo tenta manter o equilíbrio interno com todos os excessos (e faltas!) que recebe (ou deixa de receber). Porém, chega um momento em que o corpo emite um alerta, e… bem, surge alguma doença.

Saudável ou não, o organismo possui mecanismos fisiológicos para inativar ou se livrar de toxinas ou substâncias que estejam nos fazendo algum mal e assim manter o equilíbrio, através do sistema imunológico, dos nossos rins, fígado, pulmões e intestinos. Se você estiver doente, certamente, seus órgãos não trabalharão a “todo vapor”, de alguma forma. Recuperando-se de uma enfermidade, o organismo está pronto para as suas “atividades normais”.

Vamos voltar ao conceito da dieta detox. Consiste em uma dieta restritiva, com menor teor de calorias, onde se exclui alimentos que contenham açúcares, gorduras, glúten, entre outros. Feita por um longo tempo, ou por várias vezes, fará o nosso corpo sentir falta desses nutrientes e começará a chamar a atenção, por assim dizer.

Na realidade, não deveria ser feito nem por um curto período de tempo, pois alguns sintomas já podem ser sentidos com o corte abrupto de alguns nutrientes. Mesmo com a (inadequada) perda de peso presente e rápida (perdendo massa muscular, primeiramente), quando o indivíduo retorna à dieta normal, o corpo volta a armazenar gordura, de forma que o peso voltará ao que era antes. É como se o organismo entendesse que houve um período de privação forçada de alimentos, e a partir daí começar a armazenar gordura, como forma de compensar os “tempos difíceis” pelos quais teve de passar. É um mecanismo natural de recompensa, conhecido como “efeito sanfona”. Não importa quantas vezes houver uma perda de peso inesperada, haverá também a recompensa pelo nosso corpo.

Além do fato de que não há comprovação científica dos benefícios reais ao organismo. Lembre-se: em condições normais, nosso corpo elimina toxinas e substâncias nocivas, tranquilamente. Exceto se você estiver sob overdose, for envenenado ou exposto a radiação (detox não resolve, procure um médico!). Não serão alguns alimentos que aumentarão essa “faxina” no organismo. Até porque, a dieta “detox” praticada por muito tempo pode causar o efeito contrário: intoxicar o organismo, como o fígado.

Existe o que chamamos de radicais livres e vitaminas antioxidantes. Porém, não será a dieta detox responsável pelo “milagre da desintoxicação”. O termo é completamente errado. Uma dieta balanceada específica já tem o poder de melhorar o metabolismo e a “limpeza” no organismo, trazendo inúmeros benefícios, sem precisar submeter o corpo ao estresse nutricional. O consumo de água, por si só, ajuda a eliminar substâncias nocivas.

E para quem, saudável, exagerou no final de semana? O corpo será capaz de restabelecer seu equilíbrio em poucos dias, mesmo que sofra um pouquinho. Mas, e quem se sentiu “melhor” ao realizar a dieta por alguns dias? Isso se chama efeito placebo. Aderir à dieta pode dar a falsa impressão de “controle” sobre o que você come. Com a perda de peso (e água) rápido, mais confiante você pode ficar. Muitos estudos científicos utilizam o efeito placebo para comprovar a eficácia (ou não) de medicamentos, nutrientes, entre outros.

Lembrando ainda que, ao contrário do que se lê por ai, há contraindicações. Gestantes, lactantes e pessoas com problemas no fígado, nos rins e com distúrbios hormonais não podem nem sonhar em aderir à dieta. Não deve ser feita também por quem pratica atividade física. Uma dieta “curta” resolver seus problemas e excessos alimentares de anos é uma ilusão.

A nutrição pode e deve potencializar os efeitos “desintoxicantes” já existentes em nosso corpo. Contudo, de forma permanente.

Drª Ana Perdigão – Nutricionista Clínica e Saúde Mental

www.facebook.com/draanaperdigao

Nutrição e saúde: entendendo as temidas calorias

Nutrição e saúde: entendendo as temidas calorias


Oi, gente! Aqui é a Laiza. Tem categoria nova no blog! 😀
Agora também vamos falar sobre nutrição e saúde. Sim, porque não adianta estar linda por fora e com a saúde caótica por dentro, né? Para isso, a Ana Perdigão, que é nutricionista e a nova colaboradora do blog, vai dar dicas de como manter uma alimentação saudável.
Mas, pra início de conversa, hoje o post é explicando sobre calorias! Chega de conversa e agora fiquem com a Ana 😉
Muito se fala sobre calorias, e, é comum atribuir a elas grande importância em uma dieta. Contudo, as pessoas em geral desconhecem seu significado e função. Sabe-se que “calorias engordam” ou que “fazem mal à saúde”. Será que é isso mesmo?

Caloria é uma unidade de medida. Ela se refere à quantidade de energia necessária para elevar em 1 ºC a temperatura de 1 ml de água. Ou também pode ser definida como o calor trocado quando a massa de 1 kg de água se eleva em 1ºC, portanto, o termo correto é quilocaloria (símbolo = kcal), e não caloria. Você, lendo estas linhas deve estar pensando: “Oi? Não entendi uma vírgula. E agora?”. Não precisa sair correndo. Explico.

As quilocalorias (atenção à denominação correta!) são o valor energético presente nos alimentos. Todos os alimentos contem quilocalorias. Alguns em maior quantidade, outros em menor quantidade. Não vivemos sem quilocalorias, pois dependemos de fontes de energia. Logo, elas não são vilãs.

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As proteínas, as gorduras e os carboidratos possuem diferentes quantidades de quilocalorias. Álcool, igualmente. Bebidas alcoólicas são calóricas, sim. Lembrando que a água, as vitaminas e os minerais não possuem quilocalorias. Estes nutrientes, estão presentes nos alimentos que possuem quilocalorias, mas eles, isolados, não são fronte de energia.

É um equívoco retirar um nutriente da sua alimentação por ele conter quilocalorias. Não há como viver de forma saudável sem gorduras e carboidratos (os “vilões” das “dietas”), por exemplo. Isso porque cada nutriente exerce uma função (ou várias) importante em nosso organismo. O nosso corpo funciona graças à energia vinda das quilocalorias e dos nutrientes que ingerimos.

O verdadeiro vilão não é esse ou aquele nutriente, ou as quilocalorias presentes nos alimentos. O que traz prejuízos à saúde é a ingestão inadequada. A quantidade de quilocalorias e nutrientes necessários varia para cada pessoa e depende de inúmeros fatores (inclusive de doenças). O mais importante em uma dieta não é a quantidade de quilocalorias ingerida, e sim a qualidade dessas quilocalorias. Para citar um exemplo: digamos que uma colher de açúcar possua 50 kcal, e, uma fruta qualquer possua a mesma quantidade de quilocalorias. Qual, do ponto de vista da qualidade, você deve ingerir?

Não se desespere e nem puxe os cabelos contando suas quilocalorias ingeridas. Deixe que o seu nutricionista se preocupe com isso, da melhor maneira.

Dúvidas e sugestões de assuntos para serem abordados, deixe nos comentários. 😉

Por: Ana Perdigão – Nutrição Clínica

Contato: anaevelyn@ymail.com